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Posts Tagged ‘Marisa Tostes Daniel’

Entrei nessa sexta-feira no último ano de minha década de 30 particular. Aniversários sempre me despertam memórias e me fazem olhar para trás. E essas memórias podem ter significados diversos e despertar emoções distintas. Há momentos em que resvalam em melancólica saudade, em nostalgia. Noutras, como agora, que me trazem uma alegria e uma gratidão imensas.

Desde que fiz trinta anos de vida, no agora longínquo mês de junho de 2009, tanta vida pulsou, transbordante. Meus pés se fincaram por tantos caminhos. Minha voz ressonou por tantas paragens. Minha escrita encontrou vários leitores – menos do que eu gostaria de ainda conquistar, porém mais do que supunha que teria ao longo desses nove anos.

Foi com trinta anos que lancei meu primeiro livro. Quando ele foi publicado, eu ainda tinha 29, mas levei mais de um ano para lançá-lo. Foi nessa mesma época que comecei a namorar a Fabi, minha esposa, com quem sou casado há sete anos.

Nessa década, tantas coisas aconteceram que seriam necessárias muitas e muitas páginas para dizer tudo. Fiz diversos amigos, assisti à Sagração da Primavera e o Café Miller pouco depois da morte da Pina Bausch, namorei e casei com minha esposa, me mudei de casa duas vezes, mudei meu blog para o lugar em que ele está há oito anos, lancei dois livros – o Trítonos – intervalos do delírio, lançado em 2015 pela Editora Patuá, foi o acontecimento literário da minha vida –, comecei a fazer aulas de canto, passei por quatro coros, abri e fechei uma editora, aprendi rudimentos de edição fazendo um documentário, viajei para alguns lugares, sonhei, esbocei projetos que me esperam pacientemente, realizei outros, descobri diversos autores, venci diversos desafios, senti meu corpo mudando, aprendi a dirigir e comprei um carro muito por causa disso, transformei minha casa numa matilha, “conheci” aquele que talvez seja um dos escritores vivos que mais me assombram – o Raduan Nassar –, comecei a tocar um repertório de música cigana que venho apresentando em saraus da vida, compus duas canções, tenho buscado olhar não para o que falta mas para o que sou, trabalhei – muito! –, escrevi, escrevi, escrevi, escrevi… e amei. Uau!!! E ainda me resta um ano inteirinho dessa década. E ontem combinei com a Fabi que esse seria o ano mais feliz da minha década de 30 – e, por que não?, da nossa vida até agora.

Neste dia em que se iniciou o novo ciclo solar que me levará aos quarenta anos, senti que celebrava a vida com todas as pessoas que me ligaram, escreveram, abraçaram, me deram parabéns ou desejaram felicidades, pessoalmente ou por escrito. Li cada uma das inúmeras mensagens que esperam resposta. E prometo respondê-las todas, aliás.

Envolvido nessa alegria, olhei para meus nove últimos anos tentando pensar o que eles foram. Busquei entender quem era aquele que chegou na casa dos trinta anos em 2009 e chegou agora aos 39 anos nesta sexta-feira. O que viveu esse que sou? Nessa viagem, acabei tentando selecionar dez fotos minhas representativas dessa trajetória – além de uma do dia de quase ontem. Muita coisa ficou de fora. Se fossem cem fotos, ainda faltaria espaço para tanta recordação bonita – vivemos numa era de abundância de imagens. Então nessa madrugada, após ter a linda surpresa da presença da minha mãe e da minha irmã – que agora dormem – aqui celebrando comigo, revisito algumas memórias registradas em fotos. E divido com cada um que, mesmo não estando nessas fotos, está comigo naquilo que estou sendo e tenho sido.

2018: 39 anos.

2009 ou 2010: Entre a publicação e o lançamento de “Poemas para serem encenados”

2011: Open House: Fabi&Teo

2011: Viagem de Lua de Mel – Cartagena das Índias

2011: Vernissage da exposição “Olhos d’Água e de Fogo”, do querido Marcelo Tosta

2012: Lançamento de História Íntima da Leitura na Casa das Rosas

2015: Lançamento de Trítonos – intervalos do delírio, na Casa das Rosas

2015: A matilha.

2017: No dia em que “conheci” Raduan Nassar

2017: No Rio de Janeiro, dissolvendo tabus.

2018: Música cigana no Espaço Núcleo

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Neste, que será o último texto do ano aqui em meu espaço de ensaiar com palavras, vou falar sobre algo que me acompanha constantemente: a música. Se for revisitar minhas memórias, talvez eu tenha aprendido a cantar cedo. Ou melhor, aprendido o prazer de cantar. Quando criança, por conta de várias cirurgias que fiz, aprendi a andar tarde. Isso acabou me fazendo aprender a falar muito cedo. Essas não são memórias que propriamente eu tenho. Elas me vieram como uma espécie de herança, já que foram contadas pela minha mãe.

É curioso que as poucas e esparsas lembranças que eu tenho dessa época em que eu não andava estão ligadas à diversão. Lembro de uma espécie de mesinha toda decorada que minha mãe fez para que eu brincasse. Lembro de brincar com carrinhos sobre ela. Lembro de uma imensa caixa de lápis-de-cor de 36 cores, mas desconfio que essa minha lembrança seja de um tempo em que eu já andava. Mas minha mãe conta que com um ano, eu já conhecia todas aquelas cores, e que na minha festinha de um ano (será?) eu elogiei um vestido verde-água de uma tia, que combinava com os olhos dela. Lembro também de ouvir e cantar muito as músicas de uma fita que eu tinha, que eram as músicas da Arca de Noé, feitas pelo Toquinho a partir de poemas infantis do Vinícius de Moraes, e gravadas pelos maiores nomes da MPB na época. E também me recordo vagamente de gravar muitas coisas, inclusive coisas que eu e minha mãe cantávamos, num rádio preto, que tinha um gravador diferente. Ele dava para distorcer a fita durante o processo de gravação.

Quando eu já andava (e provavelmente também antes), minha mãe contava várias historinhas para mim e para minha irmã. Boa parte delas (ou talvez as que eu mais gostasse) eram historinhas cantadas. Talvez minha afinação tenha se aprimorado bastante nesse tempo.

Minhas memórias primeiras de música na escola, além de uma das minhas primeiras memórias políticas, estão relacionadas a músicas do Milton Nascimento. Eu achava que as principais músicas dele, que tocavam muito na época (Maria Maria, Canção da América e Coração de Estudante) eram tipo músicas folclóricas, que sempre haviam existido. Não conseguia imaginar um momento em que não houvesse essas músicas. Em relação a Coração de Estudante, foi exaustivamente tocada na época da morte do Tancredo Neves. Lembro de ter me assombrado com a tristeza da minha mãe diante daquela morte de alguém que a gente não conhecia. Lembro da minha mãe ter dito que com ele as coisas iam mudar, e eu lembro que a minha preocupação, de quem não entendia nada da conjuntura política com cinco para seis anos, era saber se ele havia contado para o vice dele — o Sarney! rs — o que iria fazer.

Músicas me acompanharam sempre. Na segunda metade dos oitenta, ouvi muito Cazuza, Legião Urbana, Lobão, Paralamas do Sucesso. No início dos 90, Dire Straits, Rod Stewart, Guns N’Roses, Queen (e sobretudo Fred Mercury), ACDC, Roxette, Pavarotti, Carreras, Domingos, Ketelbey, Peer Gynt, Tchaikovsky, Mozart (entre outros!) Fagner, Caetano Veloso, Elis Regina e Milton Nascimento (que passei a ouvir muito, invadindo a segunda metade). Na segunda metade, além de Milton, Flávio Venturini, Beto Guedes, Boca Livre, MPB4, Marisa Monte, Cássia Eller, Ney Matogrosso, Chico Buarque, Bach (e toda galera da música barroca, pela qual me encantei) e Madredeus. Foi nessa época em que aprendi a tocar violão e que comecei a cantar no coral da Faculdade de Cabo Frio, a Ferlagos. Começar a cantar num coral descortinou um mundo para mim. Não só por conhecer novas músicas, como por aprender realmente a cantar.

Na verdade, aprender a cantar nunca é definitivo. Antes de entrar para o coral, tentava aprender a cantar acompanhando Milton Nascimento e Flávio Venturini. Se eram registros inapropriados para a minha voz, acabei desenvolvendo bem a chamada voz de cabeça, mesclada com o falsete. Esse, claro, foi um desenvolvimento intuitivo.

Descobrir novas músicas, novas sonoridades, e novas formas de cantas sempre me estimulou (tanto que não falei aqui de tipos de música (cigana, judaica, antiga), de compositores essenciais descobertos depois, como Arvo Pärt e Monteverdi, nem de músicos como Jordi Savall e Hermeto Pascoal, de bandas como Beatles, Secos e Molhados, Mawaca e Perotá Chingó, ou de cantores e compositores populares como Lenine, Mônica Salmaso, Renato Braz, Osvaldo Montenegro, Mercedes Sosa, entre outros, descobertos — ou redescobertos — depois dos anos 2000). Quando me mudei para São Paulo, comecei a cantar em dois corais com repertórios bem distintos. Um que fazia primordialmente MPB (embora eu já tenha cantado outras coisas nele, sobretudo no início com a regente anterior) e outro que cantava essencialmente música sacra, chamado Vox AEterna.

Foi logo que entrei no Vox AEterna que conheci o hoje meu amigo e professor de canto André Estevez. Ele tinha sido chamado pela regente do coro, a querida Muriel Waldman, para reforçar os tenores, que tinham muitos solos na música que o coro estava ensaiando: o belíssimo Requiem de Fauré. Na época, eu cantava nos dois coros como tenor (e acho que até hoje eu preferiria cantar assim em coral, por ter mais facilidade com os agudos do que com os graves).

Em 2010, comecei a fazer aula de canto com o André, e isso vem me mostrando que aprender a cantar nunca é definitivo. Sou, claro, um cantor amador, então o progresso é lento, o tempo de estudo é mínimo. Mas se eu olhar o cantor que fez as primeiras aulas e o cantor que sou hoje, a diferença é gritante. Comecei como tenor, mas me redescobri barítono, fazendo às pazes com os registros graves que haviam ficados esquecidos (embora eu tenha cantado como baixo no primeiro coro de que participei). Apesar disso, hoje tenho mais facilidade de fazer um sol ou até mesmo um lá agudo do que na época em que estudava como tenor.

Aliás, uma pequena digressão. Nesses dias, minha mãe lembrou de uma pequena história minha ligada a um importante barítono brasileiro. Uma história que mostra que talvez cantar, para mim, sempre esteve muito ligado à diversão. Reproduzo aqui a lembrança escrita pela minha mãe:

O pequeno Téo, no início nos anos 80, antes mesmo de aprender a falar, já cantava. Um exemplo: havia na tv uma campanha para incentivar a arrecadação de impostos através da emissão de NF, onde o também barítono Paulo Fortes surgia como um garçom que ao ouvir “garçom, a nota!”, erguia o braço e soltava um potente “dóóóóóóóóóó”! Ao iniciar a propaganda o Téo já erguia o bracinho e emitia o seu “dózinho”, achando muita graça.

Voltando da digressão, há algum tempo, o André faz concertos com seus alunos. Acho que o primeiro de que me lembro foi um pouco antes da inauguração do Espaço Núcleo, a sede do Núcleo Universitário de Ópera (NUO). Fizemos uma apresentação no salão de ensaios, num espaço ainda em construção — e que estava sendo construído para abrigar óperas e outros espetáculos artísticos e, sobretudo, musicais. De uns três anos pra cá, mais ou menos, esses concertos passaram a ser com alunos do André e da Angélica Menezes, também cantora do NUO e professora de canto. Foram dois concertos temáticos, antes desse último, livre.

O último concerto de alunos ocorreu a exatamente doze dias. No início da noite de 16 de dezembro, o Espaço Núcleo recebeu diversos alunos, que apresentaram repertórios e formas de cantar variados. O que mostra mesmo que aprender a cantar nunca é definitivo. E ensinar a cantar também não, pois é sempre um novo desafio, a cada novo aluno que chega. Esse é o relato do André, e ouvir seus alunos me dá muito a dimensão disso.

No concerto, eu iria cantar três músicas e tocar violão para acompanhar outra cantora em duas. Cantora que, por motivo de trabalho, acabou não podendo ir. As músicas que eu cantei são do repertório mais antigo. Duas músicas barrocas e uma do período clássico. A primeira foi “Rosa del Ciel”, ária de uma das primeiras óperas de que se tem registro: Orfeo, do Monteverdi. A segunda, dando um salto no tempo, também foi uma ária de ópera. “Se vuol ballare”, da ópera As Bodas de Fígaro, de Mozart. E para fechar, o meu grande desafio pessoal do concerto, sobre o qual escrevi no texto passado: “Erbarme Dich”, ária da Paixão Segundo São Mateus, de Bach. Deixo aqui as três músicas, nessa exata sequência — que foi a sequência em que foram apresentadas.
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Barítono: Teofilo Tostes Daniel
Violino Barroco: Camila Rosati Colepicolo
Piano: Camila Brioli

Recital dos alunos de canto de André Estevez e Angélica Menezes
16 de dezembro de 2017
Espaço Núcleo

Filmagem: Fabiana Turci

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Se perguntássemos a cem escritores o porquê de escreverem, certamente obteríamos cem respostas diferentes. Mas posso dizer que uma das razões que me levam à escrita é o desejo de encontro e de diálogo que a leitura propicia. Um evento como o de sábado é uma excelente oportunidade de exercício desse diálogo a partir da escrita, mas que se estende com a presença física, repleta de expressões, tons de vozes e sorrisos.

Fiquei feliz com cada abraço, cada dedo de prosa trocada, ainda que brevemente (era grande o desejo que o tempo não passasse e fosse possível conversar detidamente com todos). Fiquei muito feliz pelo interesse de muitos dos autores que me fazem companhia nesta coletânea tiveram em meu livro, lançado há um ano e meio pela Editora Patuá (saí com cinco novos potenciais leitores de meu Trítonos – intervalos do delírio!).

Compartilho aqui algumas lembranças fotográficas do lançamento pela Editora Oito e Meio da coletânea de contos Tabu (clique aqui para mais informações), da qual faço parte. O livro foi organizado pela Flávia Iriarte com integrantes do curso de escrita criativa do Carreira Literária.

Além das fotos, a Fabi (que, por ser a fotógrafa, acabou não saindo em nenhuma foto comigo) fez um vídeo lindo, para o canal do Laboratório dos Sentidos, sobre nossa viagem para o Rio de Janeiro. Deixo aqui também:

Lançamento do coletânea "Tabu" - 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com Marisa Tostes Daniel (mamãe) – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com André Balbo – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com André Balbo e Samir Oliveira Ramos – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu, com Samir Oliveira Ramos” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com Paula Giannini e Táscia Souza – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com Nuno Rau – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com Fernando Sousa Andrade e Nuno Rau – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu”, com Nuno Rau – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do coletânea “Tabu” – 15 de julho de 2017.

Lançamento do livro "Tabu" no sábado (15/7), na sede da Editora Oito e Meio.

Lançamento do livro “Tabu” no sábado (15/7), na sede da Editora Oito e Meio.

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O lançamento do livro História Íntima da Leitura, que ocorrerá no dia 16 de setembro, das 14h às 18, na Casa das Rosas, marca a estreia da Editora Vagamundo no cenário editorial brasileiro – e na vida dos leitores e dos escritores. A obra, uma coletânea de textos ficcionais de 18 autores sobre as relações entre a leitura e a escrita, apresenta as propostas da nova editora: dar voz a autores contemporâneos nos mais variados gêneros literários e ser uma editora feita por leitores para leitores, apostando na criação de canais de comunicação com o leitor e na publicação de livros de qualidade a preços acessíveis.

O livro traz uma teia de narrativas que forja uma história da literatura a partir da leitura e coloca em tensão e diálogo os papéis de leitores, livros e personagens, enveredando pela construção de uma biblioteca que reinventa a noção de intimidade. História Íntima da Leitura convida também o leitor a deixar suas marcas e inserir-se no texto, reescrevendo, a cada leitura, uma nova história. Nesse ponto, a Editora Vagamundo inova, chamando cada leitor, na última página dessa espécie de livro infinito, a continuá-lo com suas próprias histórias, fazendo do ato da leitura o centro do processo. Para isso, a Vagamundo mantém em seu site o “Espaço do Leitor”, onde as histórias íntimas dos leitores serão publicadas.

Em parceria com a Levante Cultural, a Editora Vagamundo lançou ainda um documentário com os autores da História Íntima da Leitura. O vídeo, bem como a íntegra dos depoimentos dos autores, estão disponíveis no site da editora sob licença Creative Commons. Trata-se de mais um convite para que o leitor possa se inserir na construção de um trabalho colaborativo, legitimando o processo de significação de todo o ato de leitura. No “Espaço do Leitor”, a Vagamundo também vai publicar os trabalhos derivados, em qualquer formato, feitos a partir do material audiovisual relacionado ao projeto.

Lançamento

O evento de comemoração do lançamento da História Íntima da Leitura e da Editora Vagamundo será realizado no dia 16 de setembro, das 14h às 18h, na Casa das Rosas – Espaço Haroldo de Campos de Poesia e Literatura –, um importante espaço dedicado à literatura, situado na Avenida Paulista, 37.

O livro será vendido a R$ 23,00, valor abaixo da média do mercado, confirmando o compromisso da editora com os seus leitores. Quem quiser garantir seu exemplar durante o lançamento, poderá adquiri-lo mediante o pagamento em dinheiro ou cheque. Após o lançamento, o livro estará disponível no site da Editora Vagamundo, que aceita todos os cartões de crédito e tem como política permanente o envio gratuito para qualquer lugar do Brasil.

Serviço:
Lançamento do livro: História Íntima da Leitura
Quando: 16 de setembro de 2012, das 14h às 18h.
Local: Casa das Rosas – Avenida Paulista, 37 (próximo ao metrô Brigadeiro). Estacionamento pela Alameda Santos, 74.

Editora Vagamundo:
www.editoravagamundo.com.br

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http://www.youtube.com/watch?v=k4NFOemJFuU

http://www.editoravagamundo.com.br | Vídeo sob licença Creative Commons
Documentário com os autores da coletânea “História Íntima da Leitura”.

realização

paulo mainhard
fabiana turci
teofilo tostes daniel

depoimentos

bruna nehring
carlos kiffer
daniel mendonça
fabiana turci
ingrid morandian
isabela michelan
ivan carlos regina
livia lima
luiz de nadal
marcelo tosta
marisa tostes daniel
paulo mainhard
roberta simoni
roberta tostes daniel
sandra schamas
teofilo tostes daniel

edição

fabiana turci
paulo mainhard
teofilo tostes daniel
roberta tostes daniel

câmera

paulo mainhard
teofilo tostes daniel

trilha sonora original

teofilo tostes daniel
fabiana turci
produzida no estúdio lá

São Paulo / Rio de Janeiro – 2012

www.editoravagamundo.com.br
www.levantecultural.com.br

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