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Posts Tagged ‘Escrita’

Nos três últimos anos, a cada novo ano eu fazia um movimento de olhar em retrospectiva o que ocorrera em meu blog no ano anterior. Tudo começou por uma novidade do WordPress, que fez relatórios anuais de 2014 e 2015. Creio que a iniciativa não tenha tido muita adesão, pois não houve relatório sobre o ano de 2016 (e nem 2017). Isso não impediu, no entanto, que eu me voltasse para os números daquele ano (como faço novamente agora, em relação a 2017). Além disso, foi a oportunidade de pensar nos novos rumos que eu pretendia dar ao blog em 2017.

Os números de 2016 me pareceram extraordinários no início de 2017. Foi o ano com o maior número de visitantes (contados apenas a partir de dezembro de 2012) e o segundo maior, até então, em número de visualizações. Foi ainda (aliás, ainda é) o ano com o maior número de publicações neste espaço: 42 posts.

Quando escrevi sobre os números de 2016, imaginava que os números de 2017 nem de longe seria comparáveis. Era fim de janeiro, e os números de janeiro de 2017 só não foram mais modestos do que os de janeiro de 2011. Além disso, em 2017 minha resolução foi abolir as publicações periódicas. Passaria a escrever eventualmente. Minha única resolução era não deixar de escrever ao menos uma vez por mês (embora eu tenha falhado em fevereiro do ano passado, um mês em que, após muito tempo, não houve nenhum post por aqui).

No entanto, 2017 apresentou números ainda mais surpreendentes do que os de 2016. E mais, os números mais surpreendentes de visualizações e visitas de toda a história do blog nessa plataforma. Durante o ano passado, esse espaço teve 4370 visualizações e 2681 visitantes. Isso apesar de a publicação de textos ter sido a menor desde 2014. Foram 25 textos, contra 42 em 2016 (ano com o maior número de publicações no blog), 28 em 2015 e 36 em 2014.

Nada indicava isso nos três primeiros meses do ano. Foi o segundo pior janeiro em acessos (perdendo apenas para 2011). Nos meses seguintes, números também modestos, que só aumentaram um pouco em abril. Mesmo assim, até junho, nada diria que os números de 2017 seriam inigualáveis (ao menos, até agora). Em julho, a surpresa de obter o maior número de visualizações num único mês: 546 — número que ainda seria superado em outubro, com incríveis 725. De julho a dezembro, todos os números foram os melhores da história do blog naquele mês.

Eu me questiono se 2018 reservará números semelhantes, ou se essa incrível alta será momentânea. Embora seja muito cedo para fazer qualquer previsão, 2018 já registrou os melhores números da breve história desse espaço nos meses de janeiro e fevereiro (com dados até 27/2).

Dados de 27/2/2018, às 14h.

Todos os anos, eu desconsidero os números obtidos pelo texto “O meu coração é um músculo involuntário e ele pulsa por você“. Em todos os anos, ele é o texto mais visualizado certamente pela involuntária “isca” da famosa canção, que faz com que muita acabe caindo nele por mecanismos de buscas. No ano passado, diferente do que ocorria desde 2014, o texto mais lido (com essa exceção do texto-isca), não foi produzido em 2017. Mas fiquei feliz de ver que o texto mais lido do ano foi o “Cisgeneridade: a suposta natureza é um silêncio“. A alta leitura desse texto, publicado em 2015 no Dia da Visibilidade Trans, parece indicar a importância do tema da transexualidade em 2017. O segundo texto mais lido também dialoga bastante com alguns dos temas em alta em 2017: trata-se da resenha, escrita em abril de 2016 do livro “Olhos d’Água”, da Conceição Evaristo, autora destaque da Flip de 2017. Esse texto, aliás, havia sido o mais lido no ano em que foi escrito.

Dentre os textos escritos no ano passado, o mais lido foi “Pânicos morais e o poder das artes ‘degeneradas’“, outro texto em consonância com temas importantes de 2017. Nele, eu discutia as diversas tentativas de censura a obras de artes, desde o episódio do fechamento da exposição “Queermuseu”, em Porto Alegre. Na sequência dos mais lidos, o poema “Jogos herméticos“, escrito no dia do meu aniversário, após assistir ao show de um outro aniversariante do dia: Hermeto Pascoal. A terceira publicação mais visualizada escrita no ano passado foi “Por uma política do afeto“, texto que nasceu a partir de reflexões feitas pela minha esposa, a Fabi, a partir de uma conversa que tivemos sobre acolhimento como o ato político que nos resta nos tempos atuais. Completam os cinco textos mais lidos, publicados no ano passado, a postagem da entrevista que eu dei sobre o meu livroTrítonos – intervalos do delírio” (Editora Patuá), para o canal “LiteraTamy”, e uma narrativa sobre como eu “conheci” o Raduan Nassar.

Dados de 27/2/2018, às 14h.

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Capa do livro “Trítonos – intervalos do delírio” (Editora Patuá, 2015)

Faz exatamente dois anos do lançamento de “Trítonos – intervalos do delírio“. Era uma quarta-feira, 2 de dezembro de 2015. Eu estava de férias. O lançamento havia começado às 19h e seguiu até 22h na Casa das Rosas (e até mais tarde em casa, com a família e amigos. Essa é uma data que celebro muito. E que celebrarei sempre, não tenho dúvidas. Ter publicado “Trítonos” foi o acontecimento literário mais importante na minha vida até hoje.

Exatamente no dia de hoje, recebi da querida Tamy, do canal LiteraTamy, dois presentes muito especiais. O primeiro foi uma resenha muito generosa no site dela, que foi um verdadeiro mergulho em meu livro. Um mergulho capaz de trazer a tona muitas camadas do livro e de cozer sentidos a partir do lido — afinal, quem sempre tem a palavra (ou o silêncio, pois na minha experiência de leitor, há leituras que me calam) final é o leitor.

O outro presente foi um vídeo-entrevista, publicado hoje em seu canal no Youtube. O vídeo é resultado de uma conversa deliciosa que tivemos no dia 17 de novembro. E como forma de retribuir a todos os leitores (que já me leram ou me lerão), dei ao canal um exemplar para ser sorteado a quem tiver interesse em ganhá-lo. Para participar do sorteio, basta ser inscrito no canal e dizer nos comentários que deseja participar.

Deixo o meu muito obrigado à Tamy. Pela leitura generosa, que se transformaram nos presentes que me deu nesse dia!

Fiquei muito feliz com essa conversa. Mas gostaria muito de ter falado duas coisas durante ela, que acabei não dizendo. Por isso, uso a palavra escrita — que costumo manejar um pouco melhor do que a fala — para fazer isso.

A primeira delas não é algo essencial. Mas há um determinado momento em que a Tamy me pergunta, além de Guimarães Rosa, que outros autores foram importantes para mim, como autor de um modo geral, mas principalmente para o livro, e até que ponto eles me influenciaram. Eu falei de Jorge Luis Borges e Ítalo Calvino. Mas faltou dizer que omiti dois essenciais: Raduan Nassar e Ismail Kadaré. Há “apropriações” de trechos tanto do “Lavoura Arcaica” quanto do “Abril Despedaçado” na fala do personagem Marco Ukaçjerra. Aliás, a forma da fala desse personagem, num fluxo contínuo sem pontuação, é inspirada no início da novela “Um copo de cólera” do Raduan. Já o nome do personagem é apenas forma aportuguesada de Mark Ukaçjerra, nome do feitor de sangue do kanun do “Abril Despedaçado”.

A segunda omissão que há no vídeo é bem mais essencial em tudo. Isso porque acabei não dizendo em nenhum momento da importância que a minha esposa, a Fabi, teve para o livro. Já escrevi em outro texto que, como leitora primeira, modificou muitas vezes e essencialmente os rumos de minha prosa nesse projeto. E isso ocorre em praticamente tudo que escrevo, desde que nos conhecemos. E, sobretudo, desde que começamos a namorar, quando a Fabi se tornou a primeira leitora e, de alguma maneira, destinatária de tudo que escrevo. E esse processo começou antes mesmo do nosso namoro, quando seus comentários ao conto “Gritos do Açafrão” permitiram que ele se transformasse naquilo que ele se tornou. Foi assim em todo o “Trítonos”. E tem sido assim em todos os meus escritos. No livro, seu nome aparece como revisora (além da parte da dedicatória). Mas sua importância não tem nem um nome apropriado, pois ela participa, amplia e torna mais bonito tudo o que consigo fazer durante meu processo de escritura. Devo a ela muitas ideias, muitas indicações (como a do livro do José Miguel Wisnik, indicação que eu não cito no vídeo-entrevista, embora já tenha escrito sobre ela). Além disso, lhe devo também muitos sorrisos e alegrias, mas isso não é o terreno da literatura (embora a literatura esteja sempre imbricada na vida).

“Trítonos — intervalos do delírio”, no LiteraTamy

 

Foto: Tamy Ghannam – Instagram do Blog e Canal LiteraTamy (Divulgação)

 

Foto: Tamy Ghannam – Instagram do Blog e Canal LiteraTamy (Divulgação)

Atualização em 18/12: Na semana passada, foi feito pela Tamy o sorteio de um exemplar de Trítonos, que vai encontrar um leitor do Rio Grande do Sul!

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Ontem essa indagação não me saiu da cabeça: a mitificação de alguém é uma forma de desumanizá-lo? Que processos nos levam a apagar o lado humano de alguém que admiramos demais, para torná-lo uma espécie de semideus?

Anteontem à noite (25/5), fui ao lançamento do livro Estórias autênticas (Editora Patuá), do querido André Balbo, no Patuscada. Ainda não havia conseguido que o André autografasse o meu exemplar (sim, uma ótima notícia: o lançamento foi bem concorrido!), quando o Edu (Eduardo Lacerda) comenta comigo que haviam dito que o Raduan Nassar estava lá.

Meu primeiro sentimento foi um misto de incredulidade e espanto. O Raduan Nassar habita, ao lado de outros quatro escritores, uma parede da minha casa, dedicada às referências literárias mais importantes, comuns a mim e à minha esposa. Um conjunto pensado há sete anos, quando planejávamos os detalhes de como seria a nossa casa. Num tempo em que a matéria da vida quotidiana se modificava e ganhava novos significados projetados pelas emanações de sonhos em comum. Alguns dos cinco quadros que existiam originalmente na casa da Fabi emoldurariam novas fotos.

Foram conversas várias para que chegássemos a cinco nomes. Havia uma projeção de que novos quadros poderiam vir, aumentar esse conjunto, mas isso não ocorreu. Claro que certos autores já então cogitados se agigantaram ainda mais (como no caso de Ítalo Calvino) e outros surgiram assombrosamente (como Ismail Kadaré). Mas acredito que ali habitam a base do que me forma como leitor, e boa parte do que forma a Fabi (que vai muito além de mim) como leitora. Não consigo imaginar minhas palavras sem tê-los encontrado um dia. Estão lá Drummond, sentado modestamente no chão a folhear um livro próprio; Hilda Hilst abraçada com ternura a um cão; Borges com um olhar de tempestade, voltado para a incerteza; Guimarães Rosa acariciando um excêntrico rinoceronte. E, no centro, sentado numa cadeira sob uma árvore, talvez em sua mítica terra que o fez abandonar a escrita, Raduan Nassar.

Drummond, Hilda Hilst, Borges, Guimarães Rosa e Raduan Nassar habitam nossa cozinha, o lugar mais sagrado da casa.

Isso significa que aquela espécie de entidade que habita nossa cozinha, que é o lugar mais sagrado da casa, estava ali. Devo muito da minha linguagem à leitura dos livros de Raduan. Mas não teria como dizer isso a ele. Não teria como contar o alumbramento perplexo suas palavras me causaram. O quanto elas foram fundantes para o prosador que sou, e que desejo me tornar. Também não teria como dizer que a fala de um dos personagens do meu Trítonos tem toda fala construída como um fluxo, um jorro, como o vi fazendo em “Um Copo de Cólera”. E que nessa mesma fala há uma espécie de incorporação de uma trecho do “Lavoura Arcaica”, em que o personagem diz que será o profeta da própria história.

Quando fui buscar o autógrafo do meu exemplar do livro do André, numa sala mais reservada, aquela figura deixou de ser apenas um quadro na parede, e um nome na capa de livros essenciais. Diante de mim estava ele: Raduan! Desde então, fui meio que levado pelos acontecimentos. Ainda não acredito que autografei e dei um exemplar do meu Trítonos – intervalos do delírio para Raduan Nassar. Era como conhecer uma entidade mítica. E a perplexidade paralisa. Ao lado de Raduan, outra figura conhecida. Embora longe de ser mítica, é alguém que, em tempos de uma política desumana que a administração da cidade vem adotando, deixa saudoso o cidadão político que sou: Fernando Haddad.

No entanto, num primeiro momento, só consegui ver o escritor e mito. Em vão tentei balbuciar algo absolutamente banal, falando do quanto era difícil de acreditar naquele momento. Mas eu sabia que quaisquer palavras eram insuficientes. Voltei para casa eufórico, como se tivesse vivido uma experiência sobrenatural. Repleto de uma emoção difícil de explicar, mas plenamente possível de entender. Ao mesmo tempo, porém, pensava no quanto aquela euforia e aquele maravilhamento, que quase me emudeceram, nasciam da mitificação de um homem. Ao entrar naquela sala, vi um homem frágil, talvez um pouco menor que eu, feito de carne e osso, sentimentos e incertezas. Mas essa dimensão havia se apagado. Meus olhos viam apenas a figura mítica, o escritor desmedido e o personagem repleto de idiossincrasias, que largou a literatura para cuidar da terra e seus maravilhamentos. E essa figura me parecia desumanizar o Raduan homem.

Longe da emoção, penso que talvez eu devesse ter falado que sabia que toda aquela situação talvez fosse um pouco constrangedora para ele, mas que certamente ele também entendia que, como leitor, me era impossível não lhe dizer o quanto o admirava. Afinal, era ele: Raduan Nassar. Há seis anos ele habita o espaço mais sagrado da minha casa. Suas palavras me habitam há pelo menos uns quinze. E era lindo conhecê-lo ali na Patuscada, pois aquele lugar também é, um pouco, uma espécie de casa para mim…

Fernando Haddad, Raduan Nassar, Edson Valente, Eduardo Lacerda e eu.

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Hoje me deparei com uma alegria que mostra que um livro não se esgota na novidade de seu lançamento. Ele é capaz de produzir vários e inesperados desdobramentos. Isso porque é o leitor quem direciona e determina os sentidos de uma obra.

Ontem, foi publicada a entrevista que o querido Fernando Sousa Andrade fez comigo, sobre o meu Trítonos – intervalos do delírio, para o Ambrosia.com.br. Foi um grande prazer e um grande privilégio refletir, a partir desse diálogo, sobre o processo de escrita do livro, revisitar temas e caminhos da criação.

Escrevo também pelo desejo de encontro. E essa entrevista foi um desses felizes encontros, em que senti que a escrita alcançou o seu delírio de alucinar nos olhos do leitor.

Para ler a entrevista, clique aqui. E caso tenha interesse em adquirir o livro, ele está à venda no site da Editora Patuá. Acesse http://bit.ly/teofilopatua.

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Eu aprendo a escritura de um poema
de novo, a cada vez que me defronto
com a página em branco. No confronto
entre o corpo de versos e um esquema

prévio, minha poesia se reinventa.
Ela habita os silêncios matutinos,
os vermelhos da aurora, e os desatinos
de quem ri, de quem chora e de quem venta.

Assim eu participo da matéria
de que os sonhos são feitos. E me faço
criador brincante dessa forma etérea

de eternidade órfica que, um dia,
num arroubo ou num grande descompasso,
incerto alguém propôs chamar poesia.

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Onde faltam palavras, resta a música do delírio. E os mil e um fragmentos de memória, tecidos numa imensa colcha dos afetos. A noite de 2 de setembro reverbera ainda. E continuará reverberando uma teia de reencontros com amigos que cruzaram meus caminhos há dez, quinze ou até vinte e cinco anos. Se as estradas por vezes traçam pontos de fuga, os laços da amizade aproximam…

Agradeço cada presença, cada abraço, cada sorriso. Agradeço também cada palavra, dita pelos timbres da voz presente ou pelas mensagens escritas por tantas vias. Agradeço cada leitura, cada leitor que a Editora Patuá permitiu que minha escrita encontrasse, realizando assim seu delírio. E dou graças à vida por todos vocês fazerem parte dela.

Compartilho aqui algumas lembranças fotográficas do Lançamento de Trítonos – intervalos do delírio no Rio de Janeiro, na sede da Editora Oito e Meio.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio (Editora Patuá), na sede da Editora Oito e Meio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Pós-lançamento no Rio de Janeiro de Trítonos – intervalos do delírio – 2 de setembro de 2016.

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Sabe aquela sensação de plenitude quando você se depara com algo imenso? É assim o último texto da minha amada Fabi Turci no seu Laboratório dos sentidos. Imenso, cheio de força e vida, sabor e nuances. Como a receita: um incrível espaguete de abobrinha e cenoura com molho de guacamole.

Ao ler hoje esse Manifesto ao ato de cozinhar e de inventar pela junção de sabores e aromas, cores e texturas, sensação que me deu foi de que esse projeto da Fabi vive uma espécie de ápice, desde a publicação da primeira receita há quase dois anos, em julho de 2014.

Mas talvez não seja verdade que seja propriamente um ápice. Já era imenso desde aquele primeiro bolo, condimentado com escrita, literatura, ideal e paixão. Mas hoje ele ganha uma nova dimensão, um novo começo. Esta é a primeira receita que se faz acompanhar de um vídeo. E assim nasce o canal do Laboratório dos sentidos no Youtube.

Para ler o Manifesto e a receita no Laboratório dos Sentidos, clique aqui. Já para acessar o Canal do Laboratórios no Youtube, clique aqui. E veja abaixo o vídeo que inaugura o canal. Sabores para ler, assistir e se deliciar!

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