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Archive for 31 de agosto de 2014

Let me fashion
you a fable
or a borderline
(Ricardo Domeneck — Six Songs of Causality)

_
I

canto para meu sonho
narrando a pergunta
da fala
do acaso
assim eu rio
e a fé que alça
o grito escuro
da incerteza me chama
o sentido
sempre falo
ao futuro surdo
sobre o instante
do outro
indago à testemunha do azul
sobre a resposta
de um universo passado
leio no espanto
que planta mudas de loucura
sobre o caos desde o sétimo dia da criação

_
II

espanto para meu canto
narrando a criação
da chama
do azul
assim eu sonho
e a fé que testemunha
o instante futuro
da incerteza me planta
o outro
sempre grito
ao rio passado
sobre o escuro
do sentido
indago à fala do acaso
sobre a loucura
de um universo surdo
leio no falo
que alça mudas de pergunta
sobre o caos desde o sétimo dia da resposta

_
III

rio para meu falo
narrando a chama
da criação
do passado
assim eu grito
e a fé que planta
o surdo outro
da incerteza me pergunta
o instante
sempre espanto
ao escuro futuro
sobre o acaso
do canto
indago à loucura do sentido
sobre a alça
de um universo azul
leio no sonho
que testemunha mudas de resposta
sobre o caos desde o sétimo dia da fala

_
IV

grito para meu rio
narrando a resposta
da planta
do sentido
assim eu canto
e a fé que chama
o escuro azul
da incerteza me testemunha
o surdo
sempre sonho
ao instante futuro
sobre o falo
do acaso
indago à pergunta do espanto
sobre a alça
de um universo outro
leio no passado
que fala mudas de criação
sobre o caos desde o sétimo dia da loucura

_
V

falo para meu grito
narrando a alça
da loucura
do outro
assim eu espanto
e a fé que pergunta
o futuro sentido
da incerteza me fala
o rio
sempre canto
ao surdo azul
sobre o passado
do instante
indago à criação do sonho
sobre a testemunha
de um universo escuro
leio no acaso
que chama mudas de resposta
sobre o caos desde o sétimo dia da planta

_
VI

sonho para meu espanto
narrando a loucura
da resposta
do instante
assim eu falo
e a fé que fala
o acaso surdo
da incerteza me alça
o futuro
sempre rio
ao canto escuro
sobre o passado
do azul
indago à chama do outro
sobre a criação
de um universo sentido
leio no grito
que pergunta mudas de planta
sobre o caos desde o sétimo dia da testemunha

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