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Archive for 17 de maio de 2010

“Será que um livro para quando é posto de lado, ou os livros são máquinas de moto-perpétuo, que funcionam sem necessidade de leitores?” (pág. 30)

“O silêncio que brota dos livros e nos envolve é um silêncio cheio de sons. Um silêncio que altera as coordenadas da eternidade”. (pág. 38)

“Não por acaso, penso, os livros são feitos com a carne das árvores, e as bibliotecas acabam se transformando em florestas petrificadas, com ramos e raízes que se entranham em nós e florescem na nossa imaginação.” (pág. 38)

“… talvez o estilo do escritor seja apenas o fantasma de suas carências mais do que a realidade de suas virtudes.” (págs. 436/437)

Os Jardins de Kensington, do escritor argentino Rodrigo Fresán, foi o último livro que terminei, ainda no mês passado. Altamente recomendável para quem é apaixonado por livros, por histórias, por ficção temperada com doses de realidade e fantasia, e pela escrita. Os registros que aqui reproduzo são alguns parcos trechos que anotei, entre muitas passagens memoráveis. A que compara bibliotecas a florestas petrificadas foi usada como epígrafe a um texto meu escrito recentemente, ainda inédito e demandando revisão, chamado “Bibliofilia”.

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